segunda-feira, 29 de julho de 2013

O reencontro ( Isa Oliveira )


Nós disputávamos quem era a mais sanguínea. Julia Rosa Machado você ganha disparado. kkk
Foi como se o tempo não tivesse passado. Embora um pouco diferentes, no coração o mesmo amor e carinho. Rever os amigos foi como um balsamo em noite de luar, foi como agua pura, matando a sede, foi a brisa que trouxe o frescor das lembranças passadas. Não faltaram ; risos, choros e muita história pra contar. E entendemos que esse tempo era único e especial, embora possa vir outros, esse foi marcante e diferenciado. Que estejamos cada vez mais perto ums dos corações dos outros, pois como disse o velho salomão. Ele disse que na vida que ele levou, riquezas não lhe deu satisfação... Pessoas são importantes pra nós, e isso é o que vai ficar. ....


sábado, 27 de julho de 2013

Julia Rosa a "Guerreira Vencedora"


                                Jenny, Julia e Helém.                                     
Jenny e Helém...
Minha História
Em 1984, fui para o SEB com 19 anos, onde estudei 3 anos e fiz o ano prático no bairro Floresta. Nesses três anos Deus veio tratar comigo de uma maneira muito especial, conheci pessoas especiais que trouxeram a luz de Deus para a minha vida. Não tive mantenedor nesses anos, às vezes tinha vontade de comer um doce no valor de 10 centavos e não tinha dinheiro para comprá-lo. Essa falta de dinheiro, e a alimentação “diferenciada” que recebi no SEB me ajudaram no Ministério, a passar por situações difíceis sem murmurar. Casei-me com o Leão em Abril de 1988, e fomos para Macapá, com uma cultura totalmente diferente. Macapá é uma ilha com acesso só de barco e avião, com um calor de quase 40 graus diário que quando tomava banho na água fria, só o movimento de enxugar com a toalha, já saia pingando de suor de tão quente que era. Quando chegamos a Macapá não tínhamos dinheiro e nem móveis. Cozinhava num fogareiro de lata de extrato de tomate com álcool e só tínhamos arroz puro para comer. Quando acabou o último grão de arroz, chegou o dinheiro, eram 150 dólares para alugar casa, comer e comprar móveis, dormíamos em cima de caixa de papelão com cobertores em cima. Quando fazíamos compra, colocávamos a caixa de compra embaixo da cama, pois os ratos eram tão grandes que até mordiam os gatos. E mesmo assim eles iam para mexer na compra embaixo da cama, e acordávamos para espantá-los. Foram quatro anos de trabalho, onde uma Igreja Betânia ficou fundada com um terreno comprado para a mesma. Após 4 anos Deus nos dirigiu para irmos à Fortaleza- CE, onde ficamos 2 anos também começando um trabalho, mas fomos transferidos para Igarapé-Miri (Pará). Ficamos quatro anos em Igarapé -Miri. Meu esposo pastoreava a Igreja Central, e começou um trabalho na periferia num bairro muito carente, me entregou o trabalho com dois convertidos , ele cuidava da central e eu da Igreja da Matinha. O trabalho começou a crescer, sempre nossa situação financeira era muito difícil, restrita. Ganhei mil reais de uns missionários americanos e comprei um terreno bem localizado no bairro Matinha , a igreja estava crescendo, os cultos eram na casa de um casal (Antônio e Ana), eles quebraram uma parede do quarto para aumentar o espaço da sala para fazermos os cultos. Chegou ao ponto de não caber na sala, e as pessoas ficavam na varanda. A mão do Senhor estava de uma forma maravilhosa naquele lugar. Comprei o terreno, e eu e essa comunidade começamos a construir, íamos com o sol quente furar buraco, e as crianças levavam água nas vasilhas, baldes para fazermos massa para colocar pedra, todos ajudavam, crianças, adolescentes e adultos. Nunca trabalhei com um povo tão esforçado como aquele, era um povo que muitas vezes tinha só farinha com água para o almoço, mas tinha uma fidelidade e dedicação inigualável. Era um bairro onde a maioria dos centros de macumba se localizava, era um grande peso espiritual.
Fomos transferidos para Aracaju para substituir um Pastor, onde ninguém queria ir, nós íamos, não é para nos gloriar, e sim porque preocupávamos com a obra, mas com tantos erros e acertos, aprendi que não somos Deus e nem Salvador da Pátria, somos humanos e limitados. Ficamos seis meses em Aracaju, onde meu casamento desmoronou e houve a separação.
Fui para Fortaleza- CE, onde meu irmão residia. Meu coração estava muito ferido, magoado e revoltado. E um coração ressentido puxa outros pecados com certeza. Falei com o meu Criador que iria me afastar por um ano e após eu retornaria aos seus caminhos, e que Ele me guardasse e tivesse misericórdia da minha vida, que com um ano eu voltaria. Desviei do meu Senhor, e Deus sempre me compungindo com a sua graça e misericórdia. Nesse tempo eu procurava esconder das minhas filhas, pois para mim era vergonhoso não viver segundo a palavra e minhas filhas presenciarem. Um certo dia eu estava fazendo almoço e ouvindo um hino do J. Neto(Santo Espírito), e o Espírito Santo falava comigo: “volta, volta para os meus caminhos”, e veio uma presença maravilhosa sobre a minha vida e eu estava pingando de tanto pecado, eu chorava, falava em línguas e dizia: “Espera mais um pouco Senhor, só mais um pouco, eu vou voltar.” Eu nunca na minha vida provei do amor de Deus com tanta intensidade como experimentei quando estava afastada. Não consegui ficar um ano sem o meu Deus, retornei antes, pois o amor de Deus me constrangeu, de uma forma única. Fui sendo restaurada, mas a mágoa ainda era visível no meu coração. Deus foi trabalhando e comecei a ficar incomodada para iniciar um trabalho, onde eu ia Deus falava comigo, em cultos, orações, Deus me cercou de todos os lados, até que eu disse: Sim Senhor, eis-me-aqui. Comecei um trabalho, aluguei um ponto que cabia 35 cadeiras. Eu, Regina (amiga) e minhas filhas. Deus foi abençoando e o ponto ficou pequeno, então mudamos para a esquina, cabia umas 80 a 85 cadeiras. Foi de 2000 a 2007, 7 anos de muita lutas, lágrimas, solidão, pois líder não tem amigos, os membros geralmente quando chega perto do líder é só para receber e receber. Eu era a Presidente da Igreja, sem cobertura espiritual, o nome da Igreja foi Igreja Betânia Batista, vivia com muita pressão emocional e espiritual, pois a igreja foi crescendo, enchia dentro do templo e tinha que colocar mais cadeiras na calçada, pois o local estava pequeno .A Igreja era localizada em frente a casa de uma macumbeira que odiava o barulho do culto, fui levada a delegacia por intimação que me mandaram, já chamaram a polícia por causa do barulho da igreja, o diabo se levantava visivelmente contra minha vida. Uma das bênçãos familiares foi que minhas filhas conseguiram bolsa de 50% em um dos melhores colégios de Fortaleza( Colégio 7 de Setembro), pelo fato de ser pastora de tempo integral, como viúva de marido vivo, eu via a fidelidade de Deus. Em 2007, os problemas da igreja se agravaram, com rebelião de liderança, os que diziam serem meus amigos mostraram-se como Judas na minha vida, mas o Senhor dos Senhores estava comigo. A pressão dos problemas foi tão grande, que passei um mês com depressão sem condições de pensar que eu precisava comprar um pão no dia seguinte. Cheguei num ponto que vi que não dava mais, muita fofoca, muita rebeldia, eu pensava que iria enlouquecer se continuasse, passei a igreja por votação a um outro pastor. Houve uma grande divisão e entreguei a igreja a um outro líder, e vim para a terra dos meus pais.
Um ano antes Deus já havia me dado um palavra: ”Eu vou te levar de volta para a terra dos seus pais”. E foi mais rápido do que eu pensei, vim para Minas ferida, machucada, mas procurando cura no bálsamo de Gileade. Chegando aqui fui me integrando em uma igreja, depois fui tomar conta de uma célula numa periferia de Passos, e Deus foi abençoando, o trabalho foi crescendo, mas por falta de apoio pelo fato de ser divorciada, infelizmente saí do trabalho, pois se a liderança onde estou não me apoiar fica difícil romper.... Fui congregar noutra denominação e eu precisava estudar minhas filhas, e pagar faculdade para as duas era muito difícil ou impossível. Orei muito e consegui emprego na Faculdade de Passos, ganhando assim bolsa para as minhas duas filhas, e aproveitando as oportunidades (Colossensses 4:5) , também fui estudar, pois nossa bolsa é de 100%. A filha mais velha termina Bacharelado de Direito esse ano de 2013, e eu e a mais nova terminaremos no final de 2014. Sempre orei pedindo a Deus uma casa, acho que orei 20 anos. E hoje minha irmã Nadir me deu a metade do terreno dela bem localizado no centro de Passos, construí minha casa, vendi dois terrenos que tinha em Fortaleza, pois tinha box em terminal urbano lá, e pude construir alguma coisa lá. Nisto tudo eu vejo a fidelidade de Deus. Mesmo sem um companheiro ao meu lado, Deus mostrou ser o meu marido, meu Jeová Jireh, meu amigo, meu Pai e Protetor. Sou vitoriosa em Cristo Jesus, e no momento não estou trabalhando no Ministério, pois por causa do meu estudo, o dia e a noite estou ocupada, mas se Deus permitir eu vou voltar a fazer o que faz o meu coração bater forte: ganhar almas para Jesus. A palavra de Deus é fiel. Deus honra aqueles que O honram. Só tenho que agradecer a Deus, Ele tem cuidado de nós!!
Julia Rosa - Passos







sexta-feira, 26 de julho de 2013

A equipe organizadora.



Heliana, Sonia, Wanderlei, Hebenezer e Josemar
Agradecemos ao Hebenezer por ter dado este grande presente foi maravilhoso. Mais agora temos o desejo de que mais pessoas possam estar juntos no próximo, e para isto foi criado uma equipe para organizar o evento.
Que cada um possa se dispor a ajudar o grupo naquilo que for preciso. A Dorinha me procurou lá em Fabriciano e disse que está a disposição para ajudar naquilo que for preciso, muito obrigado, pode ter certeza que vamos precisar.
Orem por nós....